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	<title>Clínica Odontológica Oral Estética Natal-RN Brasil</title>
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	<description>Dentistas especializados em Implantes Próteses Clareamento</description>
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		<title>Mau hálito ou halitose</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 07:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clinica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que é? A halitose ou mau hálito é uma condição anormal do hálito que se altera de forma desagradável. A palavra halitose se origina do latim. “Halitu” significa ar expirado e “osi” alteração. É, portanto, o odor expirado pelos pulmões, boca e narinas. No Brasil, pesquisas realizadas revelam que aproximadamente 30% da população sofre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://oralestetica.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mal-halito-halitose.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-951 colorbox-949" title="mal-halito-halitose" src="http://oralestetica.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mal-halito-halitose.jpg" alt="" width="400" height="328" /></a>O que é?</h2>
<p>A halitose ou mau hálito é uma condição anormal do hálito que se altera de forma desagradável. A palavra halitose se origina do latim. “Halitu” significa ar expirado e “osi” alteração. É, portanto, o odor expirado pelos pulmões, boca e narinas.  No Brasil, pesquisas realizadas revelam que aproximadamente 30% da população sofre com este problema, cerca de 50 milhões de pessoas. A halitose não é uma doença, mas pode denunciar a ocorrência de alguma patologia ou problema de saúde. Entretanto, pode também sinalizar alguma alteração fisiológica. Sendo assim, é um sinal de que algo no organismo está em desequilíbrio, devendo ser identificado através de um correto diagnóstico e tratado adequadamente quando o problema torna-se crônico.</p>
<h2>O que causa?</h2>
<p>Existem aproximadamente 60 causas distintas e, por este motivo, o mau hálito tem característica multifatorial, ainda que em mais de 90% dos casos sua origem se dá na cavidade bucal, acompanhada ou não de alterações sistêmicas.  Pode ser de origem fisiológica (hálito da manhã, jejum prolongado, dietas descontroladas ou hábitos ou alimentação inadequada), devido a razões locais, como má higiene bucal, placas bacterianas retidas na língua (saburra lingual) ou amídalas (cáseos amidalianos), baixa produção de saliva (hipossalivação), doenças da gengiva, problemas em vias aéreas (adenóides, rinites, sinusites&#8230;), estresse ou mesmo por razões sistêmicas, dentre elas diabetes, problemas renais ou hepáticos, prisão de ventre acentuada e outros.  O uso excessivo de medicações, fatores como o fumo, drogas, uso de bebidas alcoólicas e a utilização de soluções para bochecho com álcool na composição também são fatores que podem comprometer o hálito. Vale salientar que problemas relacionados ao estômago muito raramente interferem na condição do hálito alterado, o que por muito tempo, e até os dias de hoje, se constitui numa crença com pouca ou nenhuma evidência científica ou clínica.</p>
<h2>Como evitar?</h2>
<p>Realizar pequenas refeições a cada 03 horas, pois jejum prolongado pode comprometer seu hálito; Evitar alimentos que contribuam para o ressecamento bucal (muito salgados, quentes ou condimentados); Evitar o consumo excessivo de alimentos com odor carregado ou contendo enxofre em sua composição (ex: alho, cebola, picles, repolho, couve, brócolis&#8230;), gorduras e frituras em geral, de ação estimulante (café, refrigerantes tipo “cola”, achocolatados), ricos em proteínas (carne vermelha, leite e derivados), dentre outros; Ter uma dieta balanceada, incluindo uso de alimentos duros e fibrosos; Evitar álcool e fumo em excesso; Ingerir bastante líquidos com preferência para água (média de 2 litros/dia); Realizar adequada higiene bucal (incluindo limpeza da língua) e evitando o uso de soluções para bochecho com álcool na composição; Visitar o dentista semestralmente, prevenindo assim problemas dentários e gengivais (ex: tártaro, sangramentos&#8230;); Realizar exames de saúde geral (check-up) anualmente; Praticar atividades físicas; Reduzir o estresse.</p>
<h2>Quais as consequências?</h2>
<p>Na maioria das vezes, a simples presença de mau hálito pode provocar sérios prejuízos pessoais, emocionais e até profissionais. Além disso, o portador pode desenvolver verdadeiras neuroses, traumas sérios, gerando inclusive afastamento mesmo das pessoas próximas a ele. Os problemas sócio-emocionais mais comumente relatados são: insegurança ao se aproximar das pessoas ou ao falar, depressão, dificuldade em estabelecer relações amorosas e afetivas (entre o casal, entre pais e filhos, entre amigos e familiares em geral, etc), resistência ao sorriso, ansiedade, baixo desempenho profissional e / ou estudantil, queda da auto-estima e auto-confiança, além de outros fatores comprometedores. Entretanto, não á apenas a “saúde psicológica” do paciente que fica comprometida. No caso da halitose crônica, causada por fatores patológicos, por exemplo, há um real comprometimento da saúde física do paciente, com a existência de falhas ou alterações em determinado órgão ou sistema do portador. Isso mostra a importância em se identificar as causas da halitose e tratá-las adequadamente</p>
<h2>Evolução científica</h2>
<p>O estudo e as pesquisas científicas em torno do tema tomaram grande impulso no mundo e, em especial, no Brasil, no início da década de 90 com a identificação dos reais fatores responsáveis pelo comprometimento do hálito. Esse avanço se reflete nas crescentes pesquisas sobre o assunto, assim como no desenvolvimento de equipamentos e produtos específicos para medir determinados odores e para auxiliar no controle, prevenção e tratamento da halitose.</p>
<p>Fonte: <a title="Associação Brasileira de Halitose" href="http://www.abha.org.br/halitose" target="_blank">Associação Brasileira de Halitose</a></p>
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		<title>Fechamento de Diastemas</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 16:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clinica</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de estética e beleza pode ser considerado abstrato e esta diretamente relacionado com os anseios individuais de cada um, sofrendo influência da sociedade a qual o paciente pertence, e está diretamente influenciado pelos meios de comunicação.</p>
<p>A presença de agenesias, diastemas e dentes anteriores com desarmonia de forma, tamanho e posição, alteram a harmonia facial e podem na grande maioria das vezes, afetar o comportamento social, profissional e mesmo afetivo das pessoas.</p>
<p>A evolução e melhoria das resinas compostas como materiais restauradores estéticos e o desenvolvimento e utilização de técnicas adesivas tem permitido ao profissional de odontologia uma atuação conservadora reduzindo o preparo cavitário a um mínimo indispensável ou mesmo eliminando-o quando a situação o permite. <div id="attachment_591" class="wp-caption alignright" style="width: 140px"><a href="http://oralestetica.com.br/wp-content/uploads/2011/02/jeane-rodrigues1.jpg"><img src="http://oralestetica.com.br/wp-content/uploads/2011/02/jeane-rodrigues1.jpg" alt="Dra. Jeanne Rodrigues" title="Dra. Jeanne Rodrigues" width="130" height="150" class="size-full wp-image-591 colorbox-1095" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Dra. Jeanne Rodrigues</p></div></p>
<p>As possibilidades e evolução das técnicas têm estimulado sobremaneira o seu uso, visto que elas evidenciam uma solução conservadora não destrutiva, possibilitando modificações e melhoramento.</p>
<p>Todo esse conjunto de procedimentos conservadores objetiva devolver ao paciente uma aparência que permita seu convívio social sem os constrangimentos de uma estética deficiente.</p>
<p>A presença de diastemas nos dentes anteriores que muitas vezes alteram a harmonia facial dos pacientes pode ser tratada com terapias ortodônticas e/ou restauradoras. Dentre as opções restauradoras, a mais simples e vantajosa é a que emprega resinas compostas inseridas diretamente sobre os elementos dentais. Isso porque não necessitam de nenhum desgaste, permitem restauração “de estudo” provisória antes do procedimento definitivo para prever e apresentar aos pacientes o resultado do trabalho, e são passíveis de reversão no caso de descontentamento.</p>
<p>Vídeo adicional da Clínica Oral Estética sobre Fechamento de Diastemas com a Dra Cláudia: </p>
<p><iframe width="100%" height="400" src="http://www.youtube.com/embed/Vc-AyUAGW7w" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Cirurgias Reconstrutivas em Implantodontia: Enxerto Ósseo Autógeno</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 10:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clinica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando um indivíduo perde um ou mais dentes ocorrem mecanismos de reabsorção óssea, que levam às deficiências ou atresias maxilares, resultando nos defeitos em altura e/ou espessura óssea, na área onde ocorreu a perda dentária. Além de ocorrerem alterações ósseas, também ocorrem progressivamente alterações nos tecidos moles de suporte adjacentes. Isso é ainda mais evidente nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um indivíduo perde um ou mais dentes ocorrem mecanismos de reabsorção óssea, que levam às deficiências ou atresias maxilares, resultando nos defeitos em altura e/ou espessura óssea, na área onde ocorreu a perda dentária. Além de ocorrerem alterações ósseas, também ocorrem progressivamente alterações nos tecidos moles de suporte adjacentes.</p>
<p>Isso é ainda mais evidente nos pacientes desdentados totais, ou seja, aqueles pacientes que perderam todos os dentes, e que são fortes candidatos a utilizarem dentaduras convencionais, caso não sejam submetidos a cirurgias reconstrutivas prévias às instalações de implantes dentários. Estas alterações evidenciam alguns aspectos de envelhecimento precoce, como por exemplo: aplanamento do céu-da-boca, colapso do lábio, boca funda e alterações nas linhas de expressão facial.</p>
<p>Vários fatores, como: cárie dentária, patologias bucais, doença periodontal, tratamentos ortodônticos mal sucedidos, traumatismo dento-alveolar (pancadas ou acidentes), entre outros, podem levar à perda dentária, e, consequentemente, a uma perda óssea em maior ou menor grau.</p>
<p>O processo de reabsorção óssea nos maxilares é progressivo, irreversível, crônico e cumulativo, apresentando uma taxa de reabsorção média de 25% no primeiro ano pós-extração e 0,2 mm a cada ano subsequente.<br />
Para a instalação de implantes dentários é necessário que o volume ósseo tenha no mínimo 1 mm a mais que o diâmetro escolhido do implante, e desta forma não seja necessário a reconstrução óssea.</p>
<p>Portanto, em quais situações é necessária a utilização de enxerto ósseo?<br />
a) Quando a quantidade óssea residual é insuficiente para a instalação de implantes dentários;<br />
b) Para otimizar o resultado estético final e<br />
c) Para obter vantagens biomecânicas com o tratamento com implantes dentários.</p>
<p>Antes de se realizar qualquer planejamento no qual esteja envolvida uma cirurgia reconstrutiva, como a cirurgia de enxerto ósseo, o paciente deve ser submetido a uma criteriosa avaliação, envolvendo as seguintes etapas:<br />
a) Avaliação médica geral<br />
b) Avaliação clínica do dentista (extrabucal e intrabucal)<br />
c) Avaliação por imagens (radiográfica e tomográfica)<br />
d) Diagnóstico<br />
e) Plano de tratamento interdisciplinar (com o auxílio de algumas áreas da odontologia, como a implantodontia, a prótese e a cirurgia, por exemplo).</p>
<p>Hoje, o profissional Implantodontista e o cirurgião bucomaxilofacial são habilitados a realizarem as cirurgias reconstrutivas de enxerto ósseo.<br />
Quando o enxerto é removido do próprio paciente, ele é chamado de enxerto autógeno. As áreas doadoras (de dentro da boca) principais para a remoção de um bloco de osso autógeno são: o ramo ascendente da mandíbula (região posterior ao último dente na mandíbula), o túber da maxila (região posterior ao último dente na maxila) e a sínfise mentoniana (região do queixo). Existem outras áreas de fora da boca que também podem servir como áreas doadoras de osso, quais sejam: a calota do crânio (osso da cabeça), a crista do osso ilíaco (osso da bacia) e a tíbia (osso da perna), porém são áreas utilizadas quando se requer uma grande quantidade de osso, além da presença de profissionais médicos, em ambiente hospitalar, para realizarem a cirurgia, a anestesia e o preparo do paciente.</p>
<p>O enxerto autógeno, apesar de necessitar de cirurgia da área doadora, é o tipo de enxerto que é recomendado sempre que possível, devido às suas propriedades vantajosas sobre os outros tipos de enxerto, como por exemplo, a osteogênese (possui células viáveis e capazes de induzir a neoformação óssea).</p>
<p><em>Dr. Daniel Cunha Coutinho<br />
Especialista em Implantodontia, FOP-UNICAMP.<br />
Fonte: Reconstruções em Implantodontia – Protocolos clínicos para o Sucesso e Previsibilidade, Renato Mazzoneto.<br />
</em></p>
<p><em><a href="http://twitter.com/DanCCoutinho">http://twitter.com/DanCCoutinho</a></em></p>
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		<title>Facetas dentárias</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 15:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clinica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As facetas dentárias são um tipo de restauração estética utilizadas para reparar e reconstruir dentes, melhorando a estética do dente e harmonia do sorriso. Podem ser feitas diretamente na boca do paciente (em resina) ou produzidas em laboratório (porcelana). O que são facetas dentárias? São finas lâminas de porcelana ou resina composta, que visam esconder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1070" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://oralestetica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/facetas.jpg"><img class="size-full wp-image-1070 colorbox-1068" title="facetas" src="http://oralestetica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/facetas.jpg" alt="Facetas" width="300" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Facetas Dentárias</p></div>
<p>As facetas dentárias são um tipo de restauração estética utilizadas para reparar e reconstruir dentes, melhorando a estética do dente e harmonia do sorriso. Podem ser feitas diretamente na boca do paciente (em resina) ou produzidas em laboratório (porcelana).</p>
<h2>O que são facetas dentárias?</h2>
<p>São finas lâminas de porcelana ou resina composta, que visam esconder manchas ou defeitos dos dentes.</p>
<h2>Como as facetas dentárias são colocadas?</h2>
<p>As facetas são coladas sobre a face da frente dos dentes.</p>
<h2>Demora muito para colocar as facetas?</h2>
<p>O processo de colocação de faceta é rápido e fácil. É feita uma avaliação, molde, produção da faceta em porcelana ou resina e a colocação no paciente.</p>
<h2>Quem pode colocar as facetas dentárias?</h2>
<p>As facetas são colocadas por dentistas especialistas em odontologia estética.</p>
<h2>Quanto tempo dura uma faceta dentária?</h2>
<p>As facetas de porcelana duram em média de 5 a 10 anos, enquanto as facetas de resina duram 3 a 6 anos.<br />
Para que as facetas tenham duração mais prolongada, é necessária uma boa higiene oral e visitas regulares ao dentista.</p>
<h2>As facetas dentárias solucionam qualquer problema estético?</h2>
<p>As facetas dentárias são indicadas para problemas dentários estéticos, como:</p>
<ul>
<li> Escurecimento</li>
<li>Manchas</li>
<li>Desgaste</li>
<li>Desigualdades</li>
<li>Rachaduras</li>
<li>Correção de dentes mal posicionados</li>
<li>Espaços</li>
</ul>
<p>Dra. Jeanne Rodrigues</p>
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		<title>Principais dúvidas sobre a cirurgia de implante</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 08:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clinica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de implante]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual o índice de sucesso dos implantes dentários? A taxa de sucesso dos implantes varia entre 90% e 100%, dependendo da localização , travamento e da qualidade óssea do local escolhido para a instalação. Os implantes dentários podem durar por toda vida? Sim podem, desde que o procedimento tenha sido bem planejado e bem executado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Qual o índice de sucesso dos implantes dentários?</strong></h2>
<p>A taxa de sucesso dos implantes varia entre  90% e 100%, dependendo da localização , travamento e da qualidade óssea  do local escolhido para a instalação.</p>
<h2>Os implantes dentários podem durar por toda vida?</h2>
<p>Sim podem, desde que o procedimento tenha  sido bem planejado e bem executado, além de contar com a plena  colaboração do paciente, principalmente no que diz respeito a  higienização e aos retornos periódicos para controle, revisão e  manutenção  dos implantes dentários.</p>
<h2>Posso extrair um dente natural para colocação de um implante?</h2>
<p>Sim quando os dentes naturais estão muito  comprometidos, ou com um prognóstico duvidoso a longo prazo, a extração  para colocação dos implantes pode ser uma boa opção.</p>
<h2>Quero fazer um implante, mas tenho medo. O que fazer?</h2>
<p>A instalação de um implante dentário é  um procedimento muito simples. Em caso de um implante unitário, não deve  levar mais que 40 minutos. Vale salientar que a sedação consciente pode  ser utilizada para diminuir a ansiedade.</p>
<h2>Quais os riscos cirúrgicos do tratamento com implantes dentários?</h2>
<p>Mínimos, a cirurgia é normalmente realizada  com anestesia local e é muito menos traumática do que os outros  procedimentos odontológicos.</p>
]]></content:encoded>
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